
Será que usar uma VSL vertical pode aumentar a conversão da sua página de vendas?
Essa dúvida está crescendo entre os infoprodutores, e faz sentido. O Snapchat e Instagram mudaram o modo como as pessoas consomem vídeo. O formato vertical virou o padrão do dia a dia, e quem vende online começa a se perguntar se isso deveria mudar também a forma como a VSL é produzida.
A resposta curta é: depende. Mas não de forma vaga.
Depende de algo bem específico, que você provavelmente já tem dados para responder, e é isso que este artigo vai ajudar você a entender.
Por que vale a pena pensar sobre o formato da sua VSL
O horizontal foi, durante anos, um padrão não questionado.
Fazia sentido: o vídeo nasceu no formato widescreen, as landing pages eram pensadas para desktop, e a maior parte das decisões eram feitas na frente do computador.
Esse cenário mudou.
No Brasil, smartphones respondem por 56,8% do tempo total que as pessoas passam online (DataReportal, 2025).
Isso não significa que todo acesso à sua landing page é mobile, mas significa que uma parcela expressiva provavelmente é.
E tem um dado que contextualiza bem o problema: estudos indicam que 94% dos usuários de smartphone seguram o aparelho na vertical ao assistir vídeos. Quando uma VSL horizontal aparece nessa situação, o espectador tem duas opções: virar o celular ou assistir com o player pequeno, com barras pretas em cima e embaixo. A maioria não vira.
Isso não torna o horizontal errado. Torna ele custoso em termos de experiência, dependendo de quem está assistindo e de onde.
Leia também: Taxa de retenção em vídeos o que é e como melhorar
A pergunta certa para escolher entre VSL horizontal ou vertical
A maioria dos infoprodutores pergunta "qual formato converte mais?". Essa é a pergunta errada, ou pelo menos incompleta.
A pergunta certa é: como as pessoas vão chegar até a sua landing page?
O canal de aquisição determina o perfil de dispositivo. E o dispositivo é o que torna o formato da VSL relevante ou irrelevante para quem vai assistir. Veja como isso muda dependendo do seu funil:
Tráfego pago pelo Instagram: o usuário está chegando pelo celular. Esses são canais de consumo mobile por natureza. Uma landing page com VSL vertical tem maior chance de entregar uma experiência fluida, sem fricção.
Tráfego orgânico do Google: o mix muda. Buscas mais informacionais ou comerciais ainda têm presença relevante de desktop, especialmente quando o usuário está em modo de pesquisa ativa. Aqui, o horizontal faz mais sentido.
Link direto distribuído via bio, e-mail ou WhatsApp: o acesso é quase certamente mobile. O usuário clicou no link enquanto navegava pelo celular, e vai assistir do celular. O vertical entrega uma experiência muito mais natural nesse caso.
Não existe um formato universalmente superior. Existe o formato certo para o canal e para o dispositivo do seu público.
O que o formato vertical entrega na prática
Quando bem implementada, uma VSL vertical numa landing page mobile tem vantagens reais:
O vídeo ocupa praticamente toda a tela, sem barras laterais pretas
A pessoa não precisa girar o aparelho nem interagir com o player
A experiência é imersiva, próxima do que ela já está acostumada nas redes sociais
Isso reduz a fricção logo nos primeiros segundos, que são os mais críticos para a retenção.
Mas há uma limitação importante que muitos ignoram: trocar o formato do vídeo sem adaptar o layout da página não resolve o problema e pode criar novos.
Uma VSL vertical colocada numa landing page pensada para desktop fica visualmente estranha e pode comprometer a credibilidade da página.
Antes de mudar o formato, pense no entorno. A página foi desenhada para mobile? O CTA aparece no lugar certo?
O formato vertical só entrega o que promete quando a página foi construída para ele.
Quando usar horizontal, quando testar vertical
Com tudo isso em mente, aqui está um critério objetivo para essa decisão:
Use o horizontal quando:
Sua landing page tem tráfego misto de desktop e mobile
A página está indexada no Google e pode ser encontrada organicamente
O seu público tem perfil mais amplo ou B2B, onde o acesso por computador ainda é comum
Teste o vertical quando:
Mais de 80% do seu tráfego for mobile
A landing page é exclusiva para uma campanha paga e não está indexada
O público tem o perfil de quem já consome muito conteúdo vertical no dia a dia
Para descobrir seu percentual de tráfego mobile, acesse o Google Analytics 4 e filtre por tipo de dispositivo.
Como testar sem precisar regravar tudo do zero
Se você já tem uma VSL pronta e quer entender se vale testar o vertical, você pode usar um editor de vídeos para reenquadrar o vídeo para o novo formato. Muitas vezes, não é necessário regravar.
Com os dois formatos em mãos, o próximo passo é medir.
Plataformas como a Panda Video permitem rodar testes A/B diretamente no player, comparando métricas como play rate, taxa de retenção e taxa de conclusão entre as versões.
Esses dados dizem com muito mais precisão do que qualquer benchmark genérico o que funciona para o seu público específico.
O formato não é o problema. O desalinhamento sim
O que compromete a conversão é usar o formato errado no contexto errado.
Se a maioria do seu público chega pelo celular via anúncios ou links diretos, o vertical merece ser testado. Se o tráfego é misto ou tem presença relevante de desktop, o horizontal ainda é a escolha mais segura. O que você não pode fazer é tomar essa decisão no achismo.
Independente da escolha, a Panda Video possui os todos os recursos que você precisa pra aumentar a conversão do seu vídeo de vendas.
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